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Home » Edição 24 - 30/08/2010 » 226

Oficina em Boca do Acre discute os impactos da BR-317

Impacto, mitigação e licenciamento foram algumas das palavras-chave usadas na dinâmica de grupo que abriu a programação da “Oficina de sensibilização: o processo de asfaltamento da BR-317”, realizada em Boca do Acre, sul do Amazonas. O encontro reuniu, entre os dias 9 e 13 de agosto, representantes das etnias apurinã, jamamadi, kaxarari e jaminawa, além dos grupos dos extrativistas e trabalhadores rurais, povos que vivem nas terras que margeiam o encontro dos rios Acre e Purus.

O objetivo central da oficina, produzida pelas ONGs Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), com a participação do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), foi criar um espaço para a troca de informações e reflexões sobre a chegada do asfalto e suas consequências na região.

A rodovia federal que liga o sul do Amazonas à Assis Brasil, município acriano localizado na fronteira Brasil-Peru-Bolívia, também é chamada de Estrada do Pacífico, pois se conecta ao corredor rodoviário peruano que vai até o referido oceano. “A BR-317 faz parte de um programa das políticas de desenvolvimento nacional e de integração da América do Sul, sendo financiada pelo PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) e pelo o IIRSA (Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana)”, explica a pesquisadora do IPAM Elsa Mendoza em sua apresentação.

Veja matéria completa: http://www.ipam.org.br/noticias/Oficina-em-Boca-do-Acre-discute-os-impactos-da-BR-317/806

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